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Primeiro reencontro de 2015 para organização da Marcha em Fortaleza

Primeiro reencontro de 2015 para organização da Marcha em Fortaleza

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O primeiro reencontro de 2015.
(Cobertura das articulações em Fortaleza, pela legalização da Maconha)

Todo início de ano é uma grande correria pro pessoal do movimento antiproibicionista em várias cidades do Brasil. Movimento esse que defende o fim da política de guerra às drogas e organiza desde 2008 sempre no mês de maio, a polêmica Marcha da Maconha que já chegou a ser proibida pela justiça no passado, mas após várias batalhas judiciais o movimento conseguiu junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) a garantia de sua realização e têm como bandeira a defesa da regulamentação das diversas formas de uso da planta Cannabis sativa. Os ativistas da Marcha da Maconha afirmam que a guerra às drogas fracassou e propõem como alternativa uma convivência pacífica com uso dessa planta, inclusive incentivando a exploração do seu potencial para a medicina e a indústria.

Fortaleza é uma das principais capitais do país a promover o evento todos os anos desde o seu surgimento em 2008. O primeiro encontro do grupo que organizará a passeata esse ano aconteceu nesse domingo (22/02/2015) na Praça Verde do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura. Nessa primeira reunião foi definida a data do evento que acontecerá em 24 de maio, um domingo. O local, percurso e horário serão mantidos os mesmos das edições anteriores. A concentração acontece na Estátua de Iracema (guardiã) às 14:00 horas, com saída às 16:20 seguindo em passeata até o Anfiteatro Flávio Ponte, na Volta da Jurema, próximo ao Jardim Japonês.

Em Fortaleza, a construção do evento é bastante heterogênea e conta com o apoio de dezenas de ativistas, entre eles alguns partidários, anarquistas e também coletivos organizados.
Emanuel de Oliveira, integrante do Coletivo Plantando Informação acha que é importante defender a mudança na lei, pois, “a legalização da maconha traria menos danos à sociedade do que os causados pela proibição”.
Para Lucas Moreira, militante do PSol e integrante do Coletivo Rua, “2015 será o ano em que o Brasil fará grandes marchas e teremos a capacidade de avançar muito no debate.”

Com a missão de difundir o trabalho desses ativistas em Fortaleza, dando para esse movimento a visibilidade que é negada pela grande mídia, estarei acompanhando de perto e cobrindo toda essa movimentação que acontecerá até maio. Aguardem notícias!

Por: José Pinheiro Junior

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